quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

I'm in love with...

                                            
                                           ... Ópera.

domingo, 21 de agosto de 2011

Há dias em que me dá para isto...

Às vezes é preciso perdermo-nos para encontrarmos o caminho certo.



sábado, 12 de junho de 2010

Aventura

Leva-me nessa viagem, leva-me pela tua mão sem destino traçado. O mapa serão os sonhos que levar-nos-ão para ventos distantes, rostos passivos, horizontes infinitos, brilhos e luzes ofuscantes ou simplesmente... a felicidade.
Sem bagagens, sem planos, sem raízes, sem medos. Sem nada mas com tudo.
O sol vai iluminar os nossos olhares, a chuva cairá persistentemente sobre as nossas jovens faces, o céu cobre-nos mas não protege, apenas acompanha.
Arrisca, embarca, leva-me para longe e para perto, onde o impossivel parece tão fácil de tocar, onde a música soa constantemente no coração, fazendo-nos sentir únicos.
Não procures respostas, elas aparecerão quando menos esperares. Não faças perguntas, deixa-te levar pelo inexplicável.
Arrisca, salta tão alto até que o vazio seja preenchido... Tira-me desta rua anónima de gente indefinida.
Não quero saber o que o vento trará com o amanhã. É hoje: vamos viver o inesperado, fora de nós e fora de tudo.
Só tu e eu. Será a nossa aventura.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Sobre "Viagens na Minha Terra"

Recentemente (e infelizmente), li este livro de Almeida Garrett. Não há dúvida que foi um grande escritor, que possui uma escrita maravilhosa e blá blá blá... mas esta história é simplesmente... uma seca.
Nº.1: Eu (e provavelmente outras pessoas) fomos "atraídas" pelo título: "Viagens da minha Terra" ... é que dá-lhe ares de super interessante e sugere que o homem andou a viajar pelo país e decidiu contar algumas histórias fascinantes sobre isso, e coisa e tal... Interessante?! Nãão... Ele só faz uma única viagem (a Santarém) = boring. As "viagens" que o título refere, são reflexões que Garrett se dignou a fazer sobre a sociedade de seu tempo, com metáforas pouco acessíveis, que ninguém tem paciência para decifrar.

Nº. 2: O leitor pretende um romance em grande: com paixão, amor, cativante... e que o consiga prender até à última página. O romance entre Carlos e Joaninha (que são primos, o que piora tudo) tem de tudo... menos disso: é seco, chato, artificial, ingénuo... estúpido.

Nº.3: Se "expremessemos" o livro, o resultado era claro - muita palavra, pouca acção. O leitor espera (e quer!) um romance... Almeida Garrett bombardeia-nos com pensamentos chatos sobre o que ele acha disto e daquilo (sinceramente duvido da sanidade mental daqueles que estão interessados nisso...). Só a meio do livro, é que Garrett se lembra que era suposto estar a escrever uma história trááágica de amor...

Nº.4: A história devia bastante dramática, daquelas que nos fazem chorar "baba e ranho" da 1ª à ultima página... mas os diálogos e as situações são tão 'dramáticas' que se tornam ridículas e só dá vontade de rir.

Conclusão: Se querem morrer de tédio, aconselho seriamente a lerem "Viagens na minha Terra". Caso contrário, não o façam.

P.S.: Isto não é a crónica de um crítico altamente especializado, é só o aborrecimento que sinto por este livro expresso em palavras :b

domingo, 9 de maio de 2010

Querer

Quero gritar o vazio que sinto,
Quero correr em busca de algo mais, poder sentir o sol ofuscante na pele e o mar salgado que lava as mágoas de um presente aleatório,
Quero despir de ilusões, desculpas, erros e incertezas de uma rotina sufocante ... de tudo aquilo que não sou,
Quero ser suficientemente forte para acreditar num amanhã diferente, na mudança humana,
Quero sentir o cheiro reconfortante da tranquilidade das manhãs sem descurar do movimento e cores vibrantes das luzes da grande cidade,
Quero ser mais, melhor, alguém ... Quero ser EU, um eu original, a minha essência única e inconfundível ... e não o eu exterior, estereotipadamente criado, por outros.
Querer é crer ... talvez.